Reflexões de um humanista no mundo da produção de propaganda interativa. Por Nandico (vulgo Fernando Aquino).
Seria muito bom se eu tivesse quantum mental para ir tomando nota e estruturando as idéias que aparecem, os cases, acertos, erros e demais aspectos da vivência desse período recente da minha vida para contar por aqui. Sem dúvida, seria um blog melhor, talvez um
lídel (sic) em audiência, além de Quixeramobim. Pena que isso compete com as coisas que tenho que fazer, né? =)
Esse burburinho todo
sobre monetização que rolou na blogosfera no meu contato de volta do
exílio informacional me levou a uma reflexão onde, como blogueiro, me descobri um exemplar
amadoríssimo. Mas isso é fácil de perceber (nem precisava de reflexão): basta olhar o template tosco e os erros de concordância nos textos. Acho que tem até certa uma certa espontaneidade embutida nisso, sei lá.
Talvez eu seja uma pessoa
subjestivamente qualificada enquanto profissional (ou não), mas
mediocrática enquanto mantenedor da Jornada, que é um projeto sem nenhuma
consequência medioválgel do ponto de vista financeiro.
Bingo: está reestabelecida a minha relação com o blog. A crise passou. Não preciso ter vergonha do site. Basta apenas continuar escrevendo mesmo e entender que o maior retorno que eu poderia ter com esse projeto é ter a chance de manter um contato blogal com pessoas como o
Caparica, o
Moisés, o
Fred, o
Marco, o
Rapha, o
Figueira, a Kathyusha, o
Gustavo, o
Walmar, o
Luciano e outros brothers que, volta e meia eu cito aqui e outras horas me linkam de lá. Essas pessoas que verdadeiramente merecem o
respeito tecnológico e um grande desejo de felicidade aqui da nave.
Um grande abraço a todos!